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População mais pobre de Iguatemi pode ficar sem ter o que comer depois que coligação pediu na Justiça suspensão de programas sociais

Denúncia meramente eleitoreira colocou em risco a alimentação de muitos iguatemienses carentes

 

A Coligação “Juntos Faremos Mais”, encabeçada pelo candidato a Prefeito Lidio Ledesma e a Vice Zé Roberto, pediu ao Ministério Público Eleitoral, na quinta-feira dia 5, a suspensão imediata de programas sociais, entre eles, aqueles que efetivamente são realizados pelo Município, seja a entrega de gêneros alimentícios (cestas básicas e kits merenda escolar) entre outros. O pedido foi deferido no mesmo dia pelo Promotor Eleitoral, através do Procedimento Eleitoral nº. 06.2020.00001249-2.

Em contato com o Município de Iguatemi, através de sua Assessoria esclareceu que: “Assim, a continuidade dos programas, mediante a entrega de cestas básicas, busca a efetividade de objetivos fundamentais da República, assegurando à população carente que não dispõe de meios para se sustentar, que não lhe falte alimentos e viva em situação de fome e pobreza.  Privar essas famílias desse complemento na alimentação pode causar uma conjuntura que não desejamos para a população do município que administramos, sobretudo porque a denúncia que originou a recomendação é infundada e politiqueira”.

Ocorre que, com a suspensão na entrega dos alimentos, motivadas pela denúncia da coligação de Lidio Ledesma, cerca de 468 famílias ficarão desprovidas de ter o que comer.

Os alimentos são entregues através de kit de merenda escolar a estudantes da Educação Infantil e Ensino Fundamental, em que boa parte deles, antes da pandemia, realizavam sua principal refeição diária na própria escola.  São aproximadamente 600 alunos nestas condições, que retiram diretamente na Secretaria de Educação os seus kits, através dos pais ou responsáveis, tudo em conformidade com a Legislação atual.

Já, segundo informações da Secretaria de Municipal de Assistência Social, considerando a crise causada pela pandemia do coronavírus, que gerou muitos desempregos e afastamentos do trabalho, causando à população danos decorrentes da ausência de condições de subsistência, tornando-a mais vulnerável, dada a sua magnitude, incluiu em seus programas o atendimento especial voltado a atender essa situação, realizando a entrega de cestas básicas a beneficiados, devidamente realizada pelos Centros de Referência de Assistência Social (CRAS), inseridas no Serviço de Proteção e Atendimento Integral à Família (PAIF) e no Serviço de Proteção e Atendimento Especializado às Famílias e Indivíduos (PAEFI), seguindo os mesmos critérios fixados para os benefícios eventuais.

Esclarece ainda que: “O cadastramento para o benefício eventual de cesta básica é realizado por equipe técnica composta por assistentes sociais e psicólogas, que filtra a demanda de acordo com os critérios socais.”.

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