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Laudir Munaretto vai lutar pela implantação de um “gasoduto móvel” para beneficiar taxistas e Uber com Gás natural

O empresário e candidato a vereador pelo MDB, Laudir Munaretto firmou compromisso com as categorias de motoristas de táxis e de aplicativo como Uber entre outros para implantar em Dourados o chamado “Gasoduto Móvel” para que a categoria possa abastecer seus veículos com o Gás Natural Veicular (GNV) e reduzir os custos e melhorar a renda.

Laudir afirmou que nas localidades que não são atendidas por rede de gás natural, ou em que a concessionária estadual de gás natural não possui projeto de expansão da rede no município, podem ser abastecidas com carretas feixe de gás natural comprimido (GNC).

Também conhecido como “gasoduto móvel” ou “gasoduto virtual” o transporte de GNC permite flexibilidade de abastecimento, com atendimento a localidades isoladas, representando uma alternativa de suprimento, complementando os canais existentes.

Esta alternativa mostra-se viável para atendimento em um raio de até 150 km de distância da unidade de compressão de gás natural. A Resolução ANP nº 41, de 5/12/2007 regulamenta as atividades de distribuição e comercialização de gás natural comprimido (GNC) a granel e a construção, ampliação e operação de unidades de compressão e distribuição de GNC.

Laudir explicou que a comercialização de GNV depende de acordo entre a concessionária estadual de gás natural e a prefeitura do município. “Por isso na condição de vereador vamos fazer gestões junto ao futuro prefeito para garantir a implantação deste gasoduto móvel”, disse o empresário ressaltando a importância dos taxistas e dos motoristas de aplicativos para a economia do município.

O que é o GNV?

O Gás Natural Veicular (GNV) é um combustível disponibilizado na forma gasosa. Diferencia-se do gás liquefeito de petróleo (GLP) por ser constituído por hidrocarbonetos na faixa do metano e do etano, enquanto o GLP possui em sua formação hidrocarbonetos na faixa do propano e do butano.

A queima do GNV é mais lenta que a da gasolina e isso faz com que haja uma demora na queima da mistura ar/GNV, comparado ao tempo da mistura ar/gasolina. Isso requer um adiantamento na ignição para compensar.

Nesse caso são usados “variadores de ponto da ignição” que forneceria uma fagulha antes do que normalmente acontecia, dando mais tempo para o GNV queimar. Estes dispositivos são módulos eletrônicos que adiantam o momento da centelha ocorrida nas velas.  

Outra forma também empregada, de forma menos frequente, é a injeção calculada de combustível, em quantidade bem pequena, junto com o GNV, que acelera a ignição do GNV corrigindo o atraso natural de ignição do mesmo, processo que é feito também por um módulo eletrônico denominado Mobmix. Aproveita-se a agilidade da gasolina em se queimar, em relação ao GNV, para acelerar a queima do GNV.

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