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Encontro Nacional de Ranicultura será online dia 9 de novembro

Entre os dias 9 e 13 de novembro acontecerão, simultaneamente, o 13º Encontro Nacional de Ranicultura (ENAR), e o 4º Encontro Internacional TECHNOFROG. Nesta edição, os eventos serão realizados de forma totalmente online e as inscrições são gratuitas pelo link: https://www.even3.com.br/enar13online2020/.
As palestras vão acontecer todos os dias depois das 17 horas, e a programação consta no site de inscrição do evento. Os temas abordados nas palestras vão desde resultados de pesquisas sobre alimentação e manejo de rãs, até o marketing para alavancar as vendas de produtos a partir da rã.
A UFGD é uma das 31 instituições que está envolvida na organização do evento, com a participação de professores, estudantes e técnicos. “É de suma importância para a UFGD estar envolvida na organização de um evento de grande visibilidade como o ENAR/TECHNOFROG, uma vez que a mesma é a única universidade da região a ofertar o curso de Engenharia de Aquicultura, possibilitando uma representatividade a nível internacional”, afirma a professora Fabiana Cavichiolo, docente do cursos de Engenharia de Aquicultura na UFGD.
A professora Fabiana ressalta que o encontro é uma oportunidade não apenas para estudantes da Engenharia de Aquicultura, mas também para acadêmicos de áreas afins como Zootecnia, Ciências Biológicas e Engenharia de Alimentos. Além de apresentar informações importantes sobre a produção de rãs no Brasil, o evento é um espaço para fazer contatos com pesquisadores, produtores rurais, empresários e outros estudantes. De acordo com a professora, eventos como esse abrem novos leques de oportunidades para os formandos desses cursos.
“Apesar da piscicultura ser a principal atividade da aquicultura, a ranicultura apresentou uma produção de 160 toneladas no ano de 2016 e ainda vem apresentando um rápido crescimento, principalmente devido aos valores nutricionais e especificidades terapêuticas que sua carne apresenta. A rã-touro gigante (Lithobates catesbeianus), nativa da América do Norte foi inserida no Brasil em 1935, adaptando-se muito bem ao clima local. Em nossas condições de cultivo apresenta um desenvolvimento precoce e curto ciclo de produção superior a de seu local de origem”, informa professora Fabiana Cavichiolo.

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