Rudimar Zachert: Uma história de superação

Da bancarrota ao sucesso com persistência e a visão de que a Regularização Fundiária do MT passa pela USUCAPIÃO CARTORÁRIO.

Rudimar Zachert é conhecido pela sua persistência é gaúcho nasceu na cidade de Getúlio Vargas, interior do Rio Grande do Sul. Mudou-se para o Mato Grosso do Sul na juventude para estudar.

Formado em duas faculdades as quais cursou simultaneamente na UFMS (Universidade Federal de Mato Grosso do Sul) e SOCIGRAN (Atual UNIGRAN), fez especialização pela mesma universidade, Rudimar Zachert foi professor da Rede Estadual de Educação. Já atuou como professor de Direito na UEMS-Universidade Estadual de Mato Grosso do Sul.

Também foi presidente do SIMTED – Sindicato Municipal dos Trabalhadores em Educação em Dourados – MS, tendo sido a sua gestão histórica, pois recebeu a instituição em uma sala alugada, e ao longo de sua gestão construiu a patrimônio do sindicato que é composto pela sede própria, uma área de lazer, veículos e toda a estrutura administrativa com equipamentos para as atividades e mobiliários.

Em 1999 mudou para Campo Novo dos Parecis no Mato Grosso, passou a plantar 1000 ha de arroz e soja e assim começou sua história com o agronegócio. Aqueles foram anos difíceis para os agricultores com muitas percas de safras e com Rudimar Zachert não foi diferente.

A bancarrota veio como uma tempestade e os tempos de vacas magras começaram com dificuldades financeiras e até de suprir necessidades básicas de sobrevivência.

Assim começaram os primeiros problemas com a justiça, as inadimplências enfim o fundo do poço. O que para muitos era o fim para Rudimar Zachert era apenas um período de adversidades que precisava ser superado, e foi a partir deste ponto na vida na qual para muitos seria motivos para desistir que começou uma nova história.

Rudimar Zachert sempre persistente iniciou uma nova jornada, aproveitou seu vasto conhecimento e sua credibilidade com produtores rurais e começou a atuar no ramo imobiliário, voltando a ter sucesso nesta nova empreitada.

Rudimar Zachert sempre atendo as mudanças no mercado e nas novidades iniciou o curso para inscrever-se no CRECI e assim ampliar sua atuação no mercado imobiliário de intermediação de fazendas principalmente no Mato Grosso e no Pará onde tem um grande número de amigos e parceiros de negócios.

Rudimar Zachert visando apresentar um mix de serviço completo a seus clientes vem desenvolvendo ações para que a regularização fundiária no Mato Grosso e Pará torne-se uma realidade, para isso além dos serviços já prestados também vem apresentando a nova opção do USUCAPIÃO CARTORÁRIO OU EXTRAJUDICIAL para os clientes que preenchem os requisitos.

Rudimar Zachert – (67) 9 9971 2047

Um profissional a sua disposição.

Escolarizados começam deixar Bolsonaro

A nova pesquisa Datafolha traz indícios de que a erosão na avaliação do governo Jair Bolsonaro acelerou em estratos do eleitorado que o apoiaram durante a campanha.

 

 

Entre os eleitores mais escolarizados, com ensino superior, o índice dos que classificam a gestão do presidente como ruim ou péssima mudou de patamar pela primeira vez. Em abril, este grupo totalizava 35%. Depois, em julho, oscilou irrisoriamente para 36%. Neste levantamento, porém, chegou à marca de 43%, conforme resumiu o site Diário do Centro do Mundo.

Às vésperas do segundo turno, de acordo com o Datafolha, 55% dos eleitores com ensino superior declararam intenção de voto em Bolsonaro, enquanto outros 34% diziam preferir Haddad.

Os números que ilustram a frustração com o governo oscilaram negativamente no Sul, um reduto do bolsonarismo. Os que diziam que o presidente vem fazendo mais do que eles esperam saíram de 14% para 12%, em comparação com a pesquisa anterior. Os que dizem que ele fez menos do que o projetado passaram de 51% para 55%.

Reprovação

Segundo dados do jornal Folha de S. Paulo, na primeira pesquisa Datafolha para avaliar seu desempenho Bolsonaro colheu números relativamente modestos. No início de abril, 30% dos brasileiros consideravam o governo ruim ou péssimo, fatia semelhante à daqueles que o estimavam como regular e como ótimo ou bom.

Tratava-se, para o período, da pior avaliação de um presidente eleito em início de mandato desde a redemocratização do país.

A seguir, após o sexto mês, o instituto captou uma ligeira piora dos números da popularidade de Bolsonaro. Os que consideravam o governo ruim ou péssimo passaram a 33%, e os que o viam como regular caíram de 33% para 31%.

O que poderia ter sido uma oscilação ocasional na margem de erro revelou-se, no mais recente levantamento do instituto, como um ponto numa curva de deterioração.

A taxa de reprovação subiu ao final de agosto para 38%, num avanço significativo. A parcela mais inclinada a apoiar o presidente, não desprezível, está em 29%, ante 33% apurados no início de julho.

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