Durante sessão vereador destaca projeto político do PSD em Itaporã, e aborda programa que irá ouvir a população

 

Durante sessão ordinária ocorrida hoje (18) na Câmara Municipal de Itaporã, o vereador Matos (Avante), dentre os seus vários encaminhamentos destacou o projeto político do Partido Social Democrático – PSD, que no fim do ano passado lançou pré-candidatura própria à prefeitura de Itaporã.

Matos que tem mantido um posicionamento firme no combate à corrupção sempre indagando posicionamentos da atual gestão de Itaporã, vem se colocando como um grande defensor das causas sociais, o que já vem credenciando o parlamentar como um expoente na política municipal.

O parlamentar ressaltou o lançamento da pré-candidatura do PSD ocorrida em novembro passado, onde oficializou o ex-vereador Andrézão como pré-candidato à prefeitura de Itaporã, destacando a coragem e a bravura de Andrézão ao se colocar como pré-candidato e disputar o próximo pleito como candidato a prefeito.

Ressaltou ainda o lançamento do programa “Idealizando juntos, a Itaporã dos nossos sonhos”, destacando o intuito do programa em ouvir a sociedade através de reuniões e visitas, captando informações acerca das demandas e solicitações de melhorias nos bairros e distritos, buscando a construção de um projeto político-administrativo promissor, através da apresentação de um plano de governo eficaz que venha a atender os anseios da população.

O vereador que hoje é filiado ao Avante, falou ainda sobre o convite realizado por Andrézão para que o mesmo venha compor as fileiras do PSD, no intuito de reforçar a bancada do partido na Câmara Municipal e principalmente o projeto de disputa majoritária encabeçado pelo partido, que ocorrerá com o pleito deste ano, destacando a bancada regional que apoia o projeto, como o senador Nelsinho Trad, deputado federal Fábio Trad, ministro da saúde Mandetta, deputados estaduais Londres Machado e Lido Lopes, além do prefeito da capital Marquinhos Trad.

Vereador Matos (Avante)

Com estimativa de 9,9 milhões de toneladas, safra 2019/2020 deve bater recorde no MS

A safra de soja 2019/2020 deve bater todos os recordes de produção em Mato Grosso do Sul, segundo estimativas divulgadas pela Aprosoja/MS e Sistema Famasul, nesta sexta-feira (14), em Campo Grande. Na projeção são 9,9 milhões de toneladas do grão, 12,5% maior que na temporada anterior. As estatísticas são do Siga MS (Sistema de Informação Geográfica do Agronegócio), com dados compilados pela Aprosoja/MS, Sistema Famasul e Governo de Mato Grosso do Sul.

Segundo o boletim agrícola, em comparação à safra anterior (2018/2019), estima-se aumento de área plantada em 6,18% – de 2,9 milhões para 3,1 milhões de hectares. O levantamento indica que o acréscimo é uma constante nas últimas temporadas da oleaginosa, que se justifica com a entrada da agricultura em áreas de pastagens degradadas. Para a produtividade são esperadas 52,1 sacas por hectare na safra.

“Temos uma equipe técnica do Siga MS visitando as propriedades rurais diariamente, coletando dados e levando informação. Entre os principais diagnósticos desta safra foi o aumento de áreas de grãos em cima de pastagens, o que mostra a recuperação de áreas degradadas e o interesse em consorciar atividades, por parte dos produtores”, ressalta o presidente da Aprosoja/MS, André Dobashi.

“A agricultura sul-mato-grossense avança de forma vertiginosa. E tudo se deve ao empenho conjunto entre a classe científica e os produtores rurais, que estão preparados, cultivando de forma correta e com as melhores estratégias. Acreditamos no recorde da colheita da soja, que também deve garantir bons preços, assim como o milho que iniciou o plantio neste mês”, disse Dobashi.

“Agricultura inteligente e eficiente. Assim podemos definir a atividade agrícola no estado. Os produtores rurais estão cumprindo seu papel de forma responsável, investindo em capacitação, adotando novas tecnologias para aumentar cada vez mais a produtividade e sustentabilidade das lavouras”, destaca o presidente do Sistema Famasul, Mauricio Saito.

Ainda de acordo com o boletim, a safra passada tivemos quebra na produtividade, resultado de intempéries climáticas com pouca precipitação. Neste ciclo, apesar do atraso na chuva, a lavoura se manteve sem problema fitossanitário atípico e, na fase de enchimento de grãos, o índice de pluviosidade foi bom em todo o estado.

Milho – Em comparação aos dados da safra anterior (2018/2019) estima-se até o momento, redução na área plantada em aproximadamente 9,02%, passando de 2,173 milhões para 1,977 milhão de hectares.

Vacina mais barata e eficaz contra pneumonia é testada

Maria Fernanda Ziegler | Agência FAPESP – Uma nova vacina contra pneumonia, mais barata e abrangente que as versões atualmente usadas no Brasil, está sendo testada em humanos. Desenvolvida por pesquisadores do Instituto Butantan e do Boston Children’s Hospital, da Universidade Harvard (Estados Unidos), a formulação protege o organismo contra todos os sorotipos da bactéria Streptococcus pneumoniae, causadora da doença.

“Adotamos uma estratégia diferente para ativar a resposta imune. Em vez de usar como alvo os polissacarídeos presentes na cápsula bacteriana, como fazem as vacinas hoje disponíveis, optamos por proteínas comuns a todos os sorotipos do microrganismo”, disse Luciana Cezar de Cerqueira Leite, pesquisadora do Laboratório Especial de Desenvolvimento de Vacinas do Instituto Butantan.

A parte inicial da pesquisa, coordenada por Cerqueira Leite, foi apoiada pela FAPESP. Os testes clínicos de fase 1 e 2 foram realizados na África sob a coordenação da equipe de Harvard, com apoio da Fundação Bill & Melinda Gates e do PATH (Program for Appropriate Technologies in Health), organização norte-americana sem fins lucrativos dedicada a desenvolver inovações que salvam vidas e melhoram a saúde.

“Foram mais de 10 anos de pesquisa até chegar a essa vacina celular. Inicialmente, investigamos proteínas que poderiam ser usadas como alvo. Ao longo do percurso, surgiu a proposta da vacina celular. Desenvolvemos então o processo de produção, mudamos o adjuvante [substância capaz de potencializar a resposta imune] e até a via de administração. Pretendíamos criar uma vacina intranasal, mas percebemos que o produto seria mais eficiente pela via intramuscular”, disse a pesquisadora à Agência FAPESP.

Polivalente

Estima-se que existam em todo o mundo mais de 90 sorotipos de S. pneumoniae, que, além de pneumonia, causa doenças como meningite, otite e sinusite. Os sorotipos são definidos com base na combinação de polissacarídeos presentes na cápsula que recobre o microrganismo. Nas vacinas convencionais, essa combinação de moléculas vai determinar o antígeno que, quando introduzido no organismo, induz a formação de anticorpos. Já o produto desenvolvido no Butantan é capaz de ativar a resposta imune independentemente do sorotipo bacteriano.

“Produzimos a bactéria sem cápsula em cultura celular e usamos uma técnica especial para matá-la sem que se desintegre. Desse modo, o patógeno inativado pode ser administrado como vacina. Além disso, identificamos proteínas imunogênicas [que ativam uma resposta imunológica] comuns em todos os sorotipos”, disse.

Parte dos estudos feitos no Butantan foi descrita na revista Vaccine. Em artigo mais recente, publicado na revista Expert Review of Vaccines, Cerqueira Leite e colaboradores ressaltam a importância de se desenvolver uma vacina contra pneumonia que seja acessível e funcione para todos os sorotipos de S. pneumoniae.

“No caso específico da pneumonia, insistir na inclusão de novos sorotipos em vacinas conjugadas só aumenta a complexidade e os custos de produção, fazendo com que vacinas que já são caras tornem-se ainda menos acessíveis a países em desenvolvimento, como o Brasil”, disse.

Cerqueira Leite explica que as vacinas pneumocócicas conjugadas hoje disponíveis protegem contra 10 ou 13 sorotipos da bactéria. Uma versão não conjugada abrange 23 sorotipos, mas não é eficaz em crianças e, por isso, tem sido usada principalmente em adultos.

“A primeira geração de vacinas conjugadas era eficaz contra os sete sorotipos mais prevalentes na Europa e nos Estados Unidos [7-valente]. Porém, como a prevalência varia de uma região para outra, não apresentava uma cobertura boa para o Brasil. Abrangia em torno de 60% apenas”, disse.

Com o tempo, a capacidade de conjugar cepas variadas foi aumentando e surgiram as versões 10-valente e 13-valente. “Mas há um problema nessa estratégia. Quando são tiradas de circulação as bactérias de um determinado sorotipo, outras cepas [com diferentes sorotipos] vão surgindo naturalmente e o imunizante perde eficácia. É a chamada substituição sorotípica”, explicou a pesquisadora.

Além de mais abrangente, a vacina celular desenvolvida no Butantan não sofre o problema de substituição sorotípica. Outra vantagem, de acordo com Cerqueira Leite, está no preço. “Embora seja difícil definir valores antes que o imunizante seja aprovado e comece a ser produzido, estima-se algo próximo a US$ 2 [R$ 8,7]. Atualmente, a vacina polissacarídica [13-valente] custa cerca de US$ 60 [R$ 261] na rede privada e US$ 15 [R$ 65] no Sistema Único de Saúde”, disse.

A redução no preço está atrelada à menor complexidade do processo produtivo. “Para fazer a 13-valente, é preciso produzir em cultura cada um dos 13 sorotipos e, em seguida, purificar cada uma das variações bacterianas para obter os polissacarídeos. O fato de ser uma vacina conjugada requer ainda que se faça uma reação entre o polissacarídeo e uma proteína carreadora. São várias etapas, é muito trabalhoso e todo o processo leva quase dois anos”, disse.

Já o novo imunizante pode ser produzido em até dois meses, de acordo com Cerqueira Leite.

Já foram concluídas a primeira (análise de segurança e toxicidade) e a segunda fase (análise de imunogenicidade) dos ensaios clínicos. “Pretendemos repetir a segunda fase em outro sítio, nos Estados Unidos. É nessa etapa que se compara o tipo de resposta imune induzida em populações de diferentes países”, disse.

A terceira fase dos testes clínicos, ainda sem previsão para começar, envolve um número maior de pessoas e testa efetivamente a eficácia da vacina por meio da comparação entre uma população imunizada e outra que recebeu apenas placebo.

O artigo The long search for a serotype independent pneumococcal vaccine (doi: 10.1080/14760584.2020.1711055), de T.R. Converso, L. Assoni, G.O. André, M. Darrieux e L.C.C. Leite, pode ser lido em https://www.tandfonline.com/doi/full/10.1080/14760584.2020.1711055.

Brasil detém segunda maior base de dados de produtos naturais

Agência FAPESP – Um banco de dados com informações detalhadas sobre mais de 54 mil compostos oriundos da biodiversidade brasileira foi criado por meio de uma colaboração entre o Instituto de Química da Universidade Estadual Paulista (IQ-Unesp) em Araraquara e o Chemical Abstracts Service (CAS) – divisão da Sociedade Americana de Química.

O processo de sistematização das informações acaba de ser concluído e o Brasil passa a ser detentor da segunda maior base de dados sobre produtos naturais do mundo, atrás apenas da China.

Disponível em plataforma on-line e gratuita, o repositório reúne informações sobre ocorrência, estrutura química, dados analíticos e química medicinal, além de contar com uma relação de artigos publicados sobre cada elemento. Dessa forma, a coleção permite que cientistas da academia e da indústria pesquisem, analisem e comparem a química de compostos bioativos naturais, facilitando o estudo e a criação de novos produtos químicos ou medicinais.

“O acesso amplo e aberto da comunidade científica ao banco de dados é essencial para que a ciência e a tecnologia avancem no país. A sistematização das informações traz maior eficiência à pesquisa, pois evita a repetição de estudos e facilita a formulação de novas hipóteses com base em descobertas anteriores. Com a coleção, fica mais fácil identificar alvos ainda não bem estudados”, disse Vanderlan Bolzani, professora titular do IQ-Unesp, membro da coordenação do Programa BIOTA-FAPESP e do Conselho Superior da FAPESP.

Bolzani ressalta que, em razão de sua rica biodiversidade, o país conta com enorme potencial para a produção de conhecimento e de produtos com valor agregado – incluindo medicamentos naturais ou derivados, suplementos alimentares, cosméticos e materiais para controle de pragas e parasitas agrícolas.

“O Brasil reúne aproximadamente 20% de todas as espécies do planeta. Esse banco de dados é estratégico para ampliar nosso conhecimento sobre a biodiversidade brasileira”, disse Bolzani.

A compilação de informações de produtos naturais vem sendo feita há seis anos pela pesquisadora Marilia Valli, sob a supervisão de Bolzani, que também é coordenadora do Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia em Biodiversidade e Produtos Naturais (INCT-BioNat) e vice-coordenadora do Centro de Inovação em Biodiversidade e Fármacos, (CIBFar), um dos CEPIDs da FAPESP.

O banco de dados do Núcleo de Bioensaios, Biossíntese e Ecofisiologia de Produtos Naturais (NuBBE Database) foi criado por meio da colaboração entre o núcleo da Unesp e o Laboratório de Química Medicinal e Computacional (LQMC), liderado por Adriano D. Andricopulo , do Instituto de Física de São Carlos da Universidade de São Paulo (IFSC-USP).

Desde o ano passado, a diretora do CAS Brasil, Denise Ferreira , vem atuando no acordo de colaboração CAS-EUA, dando impulso ao projeto para a criação do banco de dados de produtos da biodiversidade brasileira. A divisão da Sociedade Americana de Química possui uma equipe ampla e com experiência técnica na curadoria de informações, verificação e mineração de dados.

A iniciativa reuniu informações contidas em mais de 30 mil artigos publicados em revistas científicas, chegando a 51.973 compostos de plantas nativas do Brasil. Somam-se a esses compostos outros 2.219 que vêm sendo sistematizados no banco de dados do NuBBE Database, da Unesp. Ao todo são 54.192 compostos na coleção.

A equipe do CAS fez a seleção das informações, a ligação com a fonte de referência bibliográfica, a identificação das moléculas e a preparação de arquivos de transferência de dados para a incorporação ao NuBBE Database.

Essa foi a primeira vez que o CAS realizou o licenciamento (doação) para uma base como a do NuBBE, que é de acesso público. Geralmente, a entidade cobra pelo acesso aos seus dados.

De acordo com Ferreira, o acordo inédito foi uma forma de apoiar a ciência brasileira após a destruição do Museu Nacional no Rio de Janeiro por um incêndio, em 2018 (leia mais em: agencia.fapesp.br/31815).

Pavimentação e drenagem de parte do bairro Laranja Doce começam nos próximos dias

Deverão ter início nos próximos dias as obras de drenagem, pavimentação asfáltica, sinalização viária e calçamento de parte das ruas do bairro Laranja Doce, região nordeste de Dourados.

A informação foi confirmada pela secretária de Obras da Prefeitura de Dourados, Marise Bianchi Maciel. Segundo ela, a ordem de serviço já foi assinada e a empreiteira Planacon será a responsável pela execução da obra, que terá um custo de R$ 539.355,85, com recursos do Ministério das Cidades e contrapartida do município.

Nesta etapa as obras atingirão as ruas Paissandu, entre as ruas Dourado e Lambari, e também na Rua Dourado, entre as ruas Natal e Paissandu.

Conforme o memorial descritivo da obra serão 74,57 metros de drenagem; 4.081,33 metros quadrados de pavimentação; 968 meros lineares de meio-fio; 59 metros quadrados de sinalização viária horizontal e 13 placas de sinalização vertical; além de 1.739,58 metros quadrados de calçadas.

Marise Bianchi afirmou que o início das obras depende da estiagem. Segundo ela, a pavimentação e as demais obras vão melhorar o tráfego de pessoas e veículos nas ruas atendidas, além de garantir melhores condições de vida à população do entorno, principalmente aos usuários da Unei.

Grupo de escritores mobiliza empresário e arquitetos e adquire material escolar para criança venezuelana

O Grupo Literário Arandu que reúne um grupo de escritores de Dourados depois de ser acionado através das redes sociais mobilizou empresários e arquitetos e conseguiu recursos financeiros para adquirir o material escolar para uma criança venezuelana.

A informação foi presada pelo escritor e professor Carlos Magno Mieres Amarilha, presidente do Grupo Arandu que depois de receber o pedido foi atrás dos possíveis doadores.

Em menos de 24 horas o Grupo Arandu conseguiu arrecadar o dinheiro para comprar mochila e todo o material escolar para o estudante da terceira série do Ensino Fundamental, Santiago Guzman de apenas oito anos de idade.

O Grupo Arandu foi fundado em 1997 e durante este período edita de forma ininterrupta o Revista Arandu, uma publicação de cunho cientifico e cultural que divulga a produção cientifica da Cidade Universitária. Além disso, o Grupo Arandu mantém uma plataforma na internet que oferece cursos de formação para os professores do ensino básico.

Os recursos financeiros para a aquisição dos materiais escolares foram doados pelo empresário Rombem Barleta, diretor da Embresul Embreagens, pelo arquiteto Arodir Garcia, que também atua no comércio com a Mercearia Pague Menos; e pela arquiteta Adriana Benício, secretária Municipal de Planejamento da Prefeitura de Dourados.

Santiago recebeu os materiais escolares em sua residência localizada no bairro Terra Roxa. Ele estava, acompanhado dos pais Karelys Guzman e Alfredo Correa. Santiago estuda na Escola Municipal Neil Fioravante (CAIC) e tem mais dois irmãos: Sofia de cinco anos e Andrea de um ano.

Alfredo Correa que trabalha como operário numa indústria da Seara em Dourados agradeceu o empenho do Grupo Literário Arandu pela realização da campanha e as doações feitas por Arodir, Adriana e Romem. “Agora tenho certeza que meu filho terá condições de estudante como todas as crianças, com mochila e material escola de boa qualidade”, finalizou o venezuelano.

 

 

Foto: Divulgação

 

O Grupo Arandu realizou campanha e arrecadou recursos para a aquisição de materiais escolas para Santiago, uma criança filha de imigrantes venezuelanos

 

 

Contrato com empreiteira é assinado e pontes do prolongamento da Avenida Weimar Torres e da Estrada Canavieira serão construídas

O prefeito de Naviraí, Dr Izauri anunciou a construção da ponte do prolongamento da Avenida Weimar Torres nesta terça-feira depois que o Governo do Estado através da AGESUL – Agência de Gestão e Empreendimentos de Engenharia assinou o contrato com a empreiteira para a realização da obra.
Neste contato também ficou definido a construção de mais uma ponte de concreto no Contorno Sul, na Estrada Canavieira. Serão investidos na construção das duas pontes R$ 2.405.074,98 com recursos do FUNDERSUL (Fundo de Desenvolvimento Rodoviário de Mato Grosso do Sul).
A empresa Matpar Indústria e Engenharia Ltda foi a vencedora da licitação e construirá as duas pontes num prazo de 150 dias. A Agesul deverá assinar a ordem de serviço para o início das obras nos próximos dias.
Com a ponte da Weimar Torres os moradores do bairro Cidade Jardim e parte do Eco Park terão facilidades no acesso ao resto da cidade. Com esta ponte também resolverá o trafego de pessoas e veículos que desejam ir ao Porto Caiúá utilizando esta rota.
A ponte de Weimar Torres terá vinte metros de extensão, 10,35 metros de largura. Já a ponte da Estrada Canavieira que vai melhorar o tráfego de caminhões pesados canavieiros e outros terá 15 metros de extensão e seis metros de largura.
O prefeito Dr. Izauri Macedo enalteceu a iniciativa do Governo do Estado e afirmou que “sempre buscamos, desde os primeiros dias de nosso mandato agilizar para que isso acontecesse na realidade e a obra saísse do papel”.

Com pré-candidatura própria à prefeitura de Itaporã, PSD lança programa que subsidiará plano de governo

O partido Social Democrático – PSD no início de novembro do ano passado, oficializou a pré-candidatura de Andrézão à prefeitura de Itaporã, a pré-candidatura do ex-vereador foi abonada pela cúpula regional do partido, que conforme determinação do comando nacional deverá lançar candidaturas majoritárias em boa parte dos 79 (setenta e nove) municípios do estado.

Visando a eleição de outubro próximo e a corrida eleitoral que promete ser acirrada em Itaporã, Andrézão sai na frente, e começa a preparar o lançamento do programa “Idealizando juntos, a Itaporã de nossos sonhos”.

O programa tem o objetivo de ouvir a população, estas audições ocorrerão através de visitas realizadas nos bairros, distritos e zona rural, serão realizadas também reuniões com entidades e com os diversos setores da sociedade, no intuito de fomentar a participação das pessoas na construção de um plano de governo efetivo e que atenda as reais necessidades do município.

“A política deve ser ampla, só conseguiremos apresentar um projeto político-administrativo eficaz se ouvirmos quem realmente vive os reflexos da administração pública em seu dia a dia, sendo assim, somente olhando nos olhos do povo e ouvindo os clamores, anseios e opiniões de nossa gente é que teremos condições de Idealizar a Itaporã de nossos sonhos, ” disse o pré-candidato.

Conforme informado, o programa começará a ser executado no final deste mês de fevereiro, a ideia é utilizar o material coletado para auxiliar na construção do plano de governo que norteara o projeto político-administrativo a ser apresentado por Andrézão nas eleições deste ano.

Scroll Up