Empresário sugere a criação de grupo de estudos para transformar Dourados em Polo de Turismo

Empresário sugere a criação de grupo de estudos para transformar Dourados em Polo de Turismo

 

O empresário douradense Ramiro Lima que atua há mais de uma década no ramo imobiliário está sugerindo a criação de um grupo de estudos visando a transformação da cidade de Dourados em um “Polo de Turismo”.

Ramiro está mantendo os primeiros contatos com empresários interessados em investir no setor para que seja possível tirar do papel a ideia e iniciar a criação do Polo de Turismo.

“Por que não fazermos de Dourados um Polo de Turismo pois sabemos que praticamente todas as cidades criam do zero distritos industriais que trazem desenvolvimento para as cidades?. Podemos fazer o mesmo com o turismo”, sentencia o empresário.

Ramiro Lima citou alguns exemplos de cidades que foram abençoadas por Deus e por meio de suas belezas naturais tornaram-se polos turísticos como Bonito em Mato Grosso do Sul Chapada dos Guimarães no Mato Grosso.

Ele lembrou também de cidades que apesar de não terem atrativos naturais tornaram-se referencias em turismo por meio da intervenção do homem e citou o exemplo da distante cidade de Penha em Santa Catarina local que recebe milhões de turistas anualmente.

“Você pode se perguntar nunca ouvi falar dessa cidade, porém se falarmos do Parque Beto Carrero Word este empreendimento dispensa apresentação”, explicou Ramiro citando o belo exemplo de Blumenau que apesar de ter belezas naturais é destaque no cenário do turismo, pela intervenção do homem, que criou o Parque Vila Germânica onde é realizado a famosa Oktoberfest.

Ramiro questionou os porquês de não fazermos de Dourados um Polo de Turismo e está convidando as pessoas interessadas em participar da criação do grupo “Dourados: Polo de Turismo” bastar entrar em contato pelo whatsapp (67) 9-9958-6228.

Dourados segue entre as 100 melhores cidades brasileiras para fazer negócio

Riqueza atrai riqueza. Com esta manchete a revista Exame, edição de 16 de outubro de 2019, atualiza o ranking das “Melhores cidades para fazer negócio” e, mais uma vez, Dourados aparece entre as 100 principais cidades brasileiras para investimentos, à frente de importantes metrópoles, inclusive capitais de estados.

Conforme estudo exclusivo da consultoria Urban Systems, Dourados é a 66ª cidade mais bem avaliada no ranking 2019 dos 100 municípios brasileiros com população superior a 100 mil habitantes melhores para fazer negócio. De Mato Grosso do Sul, além de Dourados, aparecem Três Lagoas, na 76ª posição, e Campo Grande na 82ª posição.

 

Dourados é a quarta cidade entre nove da região Centro-Oeste que aparecem no ranking, ficando atrás apenas de Cuiabá (MT), Goiânia e Catalão (GO).

O desempenho da segunda maior cidade de MS é melhor, inclusive, que o de outras seis capitais brasileiras: Manaus (AM), Fortaleza (CE), Porto Velho (RO), Aracaju (SE), Teresina (PI) e João Pessoa (PB), que estão, respectivamente, nas posições 70, 81, 86, 89, 94 e 95.

 

Elaborado desde o ano de 2014, o levantamento analisa 27 indicadores, agrupados em desenvolvimento econômico, capital humano, desenvolvimento social e infraestrutura. Cada indicador tem um peso conforme a importância e a atualidade, totalizando 26 pontos. A pontuação de Dourados hoje é 10,32.

 

A revista explica que a edição deste ano permite um olhar sobre um período singular e diz que ao longo dos seis levantamentos, o Brasil passou da euforia à recessão – e, por ora, enfrenta uma lenta retomada da economia. Nesse sentido, as melhores cidades para fazer negócio são aquelas que consistentemente investiram em políticas públicas e souberam explorar suas vantagens. “As empresas querem se instalar em lugares com profissionais qualificados, com boa infraestrutura e com qualidade de vida elevada”, afirma Thomaz Assumpção, presidente da Urban Systems.

INCENTIVO

Para a administração municipal, alguns fatores têm contribuído para que Dourados se mantenha no ranking das 100 melhores. Além de ser polo de serviços que congrega os interesses de outros 33 municípios do entorno regional, Dourados buscou desburocratizar os processos para investimentos na cidade e incentivos ao setor produtivo. A Lei Complementar 04/2017, assinada pela prefeita Délia Razuk em julho de 2017, assegura tratamento diferenciado no sentido de simplificar os procedimentos de registro e da legalização de empresas e negócios, por intermédio da Lei Geral. A partir da Lei, o município reduziu de 15 para cinco dias o tempo de abertura de empresas, por exemplo.

 

“Não podemos mais pensar Dourados como um município com 215 mil habitantes; a agilidade administrativa que propomos impõe considerar dentro dessa realidade os mais de 800 mil habitantes que formam a região. Somos um polo diferenciado, e essa Lei Geral vem para convergir os interesses dos demais municípios”, anunciou a prefeita à época da assinatura da Lei.

 

Já o secretário municipal de Desenvolvimento Econômico, Cláudio Gaiofato, reforça que Dourados tem uma lei de incentivo forte, como isenção de ISSQN (Imposto Sobre Serviço de Qualquer Natureza) sobre a obra, terraplanagem, doação de área e isenção de IPTU (Imposto Predial e Territorial Urbano), entre outros atrativos.

 

“Dourados tem mostrado capacidade para atrair novos investimentos. Estamos preparados para receber novos investidores. Temos um agronegócio forte, temos um comércio forte, e isso pode ser atribuído às leis de incentivo que o município dispõe. E ainda contamos com o ‘Sistema S’ que tem capacitado profissionais por meio dos mais diversos cursos que oferece. E isso tudo é muito importante para o nosso crescimen

Na Aced, bancada e empresários defendem aproximação  para alavancar economia

– Parlamentares ouviram as reivindicações dos comerciantes e apresentaram propostas em reunião na associação comercial –

Em reunião entre diretores da Aced (Associação Comercial e Empresarial de Dourados) e parlamentares da bancada que representa Dourados na Assembleia Legislativa, tanto empresários quanto deputados defenderam aproximação para alavancar a economia do município. O encontro aconteceu na Sala do Associado, na sede da entidade.

 

O deputado estadual José Carlos Barbosa, o Barbosinha, destacou a preocupação com o índice de ICMS (Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços) recebido por Dourados. De acordo com ele, em 2016 era de 7,7; já em 2017 caiu para 6,38; em 2018 chegou a 6,39; este ano caiu para 6,01 e para 2020 a previsão é de que reduza para 4,9. “Isso torna do ponto de vista econômico e financeiro, inadministrável Dourados. Eu não vejo que Dourados tenha encolhido”, afirma ele, dizendo que outros municípios estão ficando com essa fatia de recursos e isso precisa ser revisto, já que Dourados é um polo.

 

Zé Teixeira ainda pontuou que acredita que após a reforma da previdência, haverá uma reforma do ICMS no Brasil e que isso vai mexer com o comércio. “Essa aproximação dos parlamentares aqui dentro da Aced é salutar, para que a gente possa fazer um trabalho em conjunto para defender o setor que gera emprego, que é o comércio da nossa Grande Dourados”, afirma o parlamentar.

 

O deputado Renato Câmara defendeu que é preciso solucionar alguns problemas históricos, entre estes, a implantação da Ceasa (Central de Abastecimento) em Dourados, para agregar valor ao sistema de produção dos agricultores familiares, beneficiar os comerciantes e atrair investidores. “A Aced assume esse protagonismo ao nos convocar para debater francamente os desafios enfrentados pelo setor e os gargalos existentes no município. Estamos à disposição para levar ao Estado e à bancada federal os projetos de interesse da classe empresarial de Dourados e que, certamente, contribuem para abertura de novas empresas e para a geração de emprego e renda para nossa gente”, pontuou.

 

Marçal Filho acredita é necessário que as prefeituras façam parcerias público-privadas (PPP), ao invés de esperar apenas os recursos dos governos federal e estadual, e que em Dourados é possível realizar essas parcerias para garantir benfeitorias, como obras públicas. Ele ainda acredita que os deputados devem ser mais acionados pelos empreendedores. “Eu acho que nós da classe política, agentes públicos, estamos aquém dos empreendedores da nossa cidade. Tem gente aqui fazendo empreendimentos fantásticos inéditos no Mato Grosso do Sul e se isso está acontecendo é porque Dourados é grande, tem campo, tem espaço, e nós estamos ainda pensando pequeno enquanto poder público”, afirmou e defendeu que Dourados precisa retomar seu protagonismo.

 

Depois de atender a imprensa, os parlamentares seguiram para a Sala do Associado da Aced na tarde de sexta-feira, dia 18, onde se reuniram com os gestores da entidade. Cada parlamentar teve dez minutos para expor seu posicionamento e defender projetos que impactam o setor empresarial. Em seguida, os diretores da associação puderam fazer questionamentos e expor as reivindicações dos empresários.

 

O presidente da Aced, Nilson Aparecido dos Santos, destacou que entre as solicitações dos empreendedores manifestadas na reunião, está a busca por um atendimento mais ágil aos empresários do interior, quando procuram por serviços no Governo do Estado. Ele esclarece ainda que solicitou aos deputados que instituam um líder de bancada para Dourados na AL, com o objetivo de estabelecer um canal direto que chegue a todos os parlamentares que representam o município.

 

“Hoje nós precisamos ir de gabinete em gabinete quando enviamos as solicitações e sempre estão abertos ao diálogo. Com a bancada constituída e um canal direto, acreditamos que as soluções podem caminhar com mais agilidade e de maneira assertiva. Essa reunião que realizamos na Aced foi muito produtiva e apenas o começo. Nosso grande objetivo é aglutinar os agentes públicos, para que juntos consigamos atender o setor empresarial, que é propulsor do desenvolvimento”, afirma o presidente.

Ministério Público parabeniza gestão sustentável da Prefeitura de Nova Alvorada do Sul em resíduos sólidos

O trabalho realizado pela Administração Municipal de Nova Alvorada do Sul por meio da Secretaria Municipal de Desenvolvimento Econômico e Meio Ambiente para desativação do lixão municipal e o Plano de Recuperação de Áreas Degradadas (PRADE) é destaque em Mato Grosso do Sul e motivo de visitas técnicas.

Na manhã desta quarta-feira, (16), estiveram visitando a Unidade de Tratamento de Resíduos, membros do Ministério Público do Tocantins, o Engenheiro Agrônomo Henrique Garcia dos Santos, e Engenheira Ambiental Dalvany Alves de Souza Lima, também esteve presente a Engenheira Ambiental Hélia Rodrigues de Azevedo Pacheco da Secretaria do Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável de Tocantins.

Durante a visita de reconhecimento do local, os técnicos foram esclarecidos sobre os desafios do encerramento do lixão municipal, a coleta seletiva e a educação ambiental, sendo o município parabenizado pelo empenho na gestão de resíduos sólidos e, eventualmente o município de Nova Alvorada do Sul servirá de modelo para os municípios tocantinenses.

Acompanharam a visita técnica o Secretário Municipal de Desenvolvimento Econômico e Meio Ambiente, Dorival Barbosa Campos e o Biólogo, Thiago Mota e a presidente da cooperativa de catadores de matérias recicláveis de Nova Alvorada do Sul – COOPERNAS Sandra Silva dos Santos.

Festival Ópera na Tela começa nesta sexta, em SP, projeções a céu aberto, recital e palestras

Dez filmes inéditos de ópera da temporada europeia recente, um recital com a mezzzo-soprano Valentine Lemercier e um ciclo de palestras ministrado por Sérgio Casoy – pesquisador e estudioso de música lírica -, este último gratuito. A primeira edição do Festival Ópera na Tela começa nesta sexta-feira, 18, em São Paulo no parque do Museu da Casa Brasileira, em Itaim Bibi, oferecendo aos paulistanos montagens grandiosas em tela gigante, com alta qualidade de som e imagem, cadeiras confortáveis e preços acessíveis. Depois, as projeções ao ar livre seguem para o Rio de Janeiro, dia 31 de outubro, abrindo a quinta edição carioca do evento no Parque Lage, no Jardim Botânico. Os títulos, em cópias digitais e legendadas, integraram a temporada europeia recente e trazem diversidade na programação em montagens clássicas e releituras mais contemporâneas, tornando a atualidade lírica mundial acessível ao público brasileiro. A programação completa do festival pode ser conferida no site: www.operanatela.com
Sucesso há quatro anos no Rio de Janeiro e pela primeira vez e São Paulo, o Festival Ópera na Tela reúne as principais montagens de récitas em exibições na Europa. Exibindo sempre uma récita por dia, em São Paulo poderão ser vistos dez filmes e no Rio, 12. Em tela gigante, com alta qualidade de som e imagem e cadeiras confortáveis, o público terá a oportunidade de acompanhar as mais famosas composições de ópera de nome como Giuseppe Verdi, Franz Lehár, Mozart, Giacomo Puccini, entre outros. Do italiano Giuseppe Verdi teremos “A Traviata” (apresentação que marca a estreia do diretor Simon Stone – um dos mais notáveis no teatro hoje – na Ópera Nacional de Paris), “Falstaff” (a última ópera de Verdi, regida pelo maestro Daniel Barenboim, um dos mais proeminentes músicos do fim do século XX e início do XXI), “Atilla”(que abriu a temporada lírica do Scala de Milão 2018/2019, um dos mais importantes e  prestigiados teatro de ópera do mundo, e com IIdar Abdrazakov, o bass mais famoso do momento). Ênfase também para “O Trovador” (drama em quatro atos com a soprano superestrela Anna Netrebko, no papel de Leonora, cantando pela primeira vez diante dos 20 mil espectadores da Arena de Verona numa última encenação monumental de Zefirelli, falecido em junho de 2019) e “Rigoletto” (outra obra muito popular encenada no deslumbrante palco flutuante do Festival de Bregenz, com uma engenharia espetacular). O festival traz ainda obras de Mozart (“Don Giovanni”, da Ópera de Paris); Christoph Willibald Glück (“Orfeu e Eurídice”, da Ópera de Milão, com o famoso tenor peruano Juan Diego Floréz); de Jacques Offenbach (“Os Contos de Hoffmann”, da Ópera Nacional Holandesa); de Franz Lehár (“A Viúva Alegre”, da Ópera de Paris), com a presença do barítono brasileiro Paulo Szot no papel masculino principal; de Claudio Monteverdi (“A Coroação de Popeia”, do Festival de Salzburgo, com a diva búlgara Sonia Yoncheva); de Richard Wagner (“Lohengrin”, do Festival de Bayreuth na Alemanha) e de Giacomo Puccini (“Manon Lescaut”, do Teatro de Milão).
EVENTO ACONTECE DE 18 A 27 DE OUTUBRO EM SÃO PAULO NO MUSEU DA CASA BRASILEIRA. DIA 31 DE OUTUBRO É A VEZ DO RIO

RIGOLETTO, de Giuseppe Verdi 

Link para fotos: https://we.tl/t-9n22n22hAa
O RECITAL
A mezzo-soprano francesa Valentine Lemercier faz recital no sábado, 19, às 18h, acompanhada da pianista georgiana Nino Pavlenichvili. Com 28 anos de idade, desde os 16 Valentine se dedica ao canto lírico. Já atuou em grandes casas de óperas europeias interpretando mulheres fortes como Mercédes em ‘Carmen’, de Bizet; Adalgisa, em ‘Norma’, de Vincenzo Bellini e ‘Kate Pinkerton’, em Madame Butterfly, de Giacomo Puccini. Logo após a apresentação, será exibida a récita “Rigoletto”, de Giuseppe Verdi, com venda de ingressos. No repertório estão: “Nuit d’Espagne” (Jules Massenet), “Habanera”(Carmen, Georges Bizet), “Seguedille” (Carmen, Georges Bizet) – Interlúdio musical com a pianista Nino Pavlenichvili, “Pleurez mes yeux”(Le Cid, Jules Massenet) – Interlúdio musical com a pianista Nino Pavlenichvili, “Aria da Elisabeth” (Tannhauser, Richard Wagner), “Io son l’umile ancella” (Adrienne Lecouvreur, Francesco Cilea)-  Interlúdio musical com a pianista Nino Pavlenichvili, “Carceleras” (As filhas de Zebedeu, Ruperto Chapi), “Ah que j’aime les militaires”(A Grande Duquesa de Gerolstein, Jacques Offenbach). O programa é casado e ao comprar entrada para o recital, será possível assistir a exibição da ópera.
OS CICLOS DE PALESTRAS
Com o intuito de democratizar a arte lírica, facilitar sua compreensão, acesso e formar novas plateias, o evento oferece um ciclo de três palestras com entrada franca. Depois do bate-papo, basta adquirir o ingresso na bilheteria para a exibição da ópera da noite. As aulas serão ministradas pelo pesquisador e estudioso da música lírica, Sérgio Casoy.
“A ópera: do barroco ao verismo” é o tema dos encontros dos dias 23, 25 e 26 de outubro, sempre de 16h às 18h30m, no Museu da Casa Brasileira. Dia 23, a conversa gira em torno ‘das origens ao barroco; dia 25, ‘do classicismo ao romantismo’ e dia 26, ‘do romantismo ao romantismo tardio’. Autor de vários livros, entre eles “A Invenção da Ópera – A história de um engano florentino” (Editora Algol, 2007); “Ópera à Brasileira”, livro coletivo (Editora Algol, 2009) e “Contos de Óperas e Cantos” (Editora Algol, 2009), Casoy recebeu, em 2008, o The Puccini International Award, por sua destacada atuação na difusão da ópera, concedido pelo Ministério de Relações Exteriores da Itália em associação com a Fondazione Puccini, por ocasião das comemorações dos 150 anos do nascimento do compositor. Foi o único prêmio concedido em toda a América do Sul.
O Festival Ópera na Tela tem produção da Bonfilm– responsável também pelo Festival Varilux de Cinema Francês – e da Atti Comunicação, e conta com patrocínio master da Leroy Merlin, de Sofitel Hotels & Resorts, Ministério da Cidadania, Governo do Estado de São Paulo, por meio da Secretaria de Cultura e Economia Criativa, Prefeitura do Rio de Janeiro, Secretaria Especial da Cultura, Governo do Estado do Rio de Janeiro, Secretaria de Estado de Cultura e Economia Criativa, Lei de Incentivo à Cultura do Rio de Janeiro e Secretaria Municipal de Cultura, Lei Municipal de Incentivo à Cultura – Lei do ISS. E com o patrocínio da EDF e de EDENRED TICKET.
PROGRAMAÇÃO DE SÃO PAULO
18/10
O TROVADOR, de Giuseppe Verdi

Arena de Verona
Maestro: Pier Giorgio Morandi
Direção: Franco Zeffirelli
Orquestra, Coro e Corpo de Baile da Arena de Verona
Drama em quatro atos
Libreto de Salvatore Cammarano e Leone Emanuele Bardare, com base na peça El Trovador, de Antonio García Gutiérrez.
Duração: 2h15
Elenco: Anna Netrebko (Leonora), Yusif Eyvazov (Manrico), Luca Salsi (O Conde de Luna), Dolora Zajick (Azucena) e Riccardo Fassi (Ferrando)
Cantada em italiano, legendas em português
Encenada pela primeira vez em 1853 no Teatro Apollo de Roma
Sinopse: Leonora ama Manrico, ignorando que ele vem a ser o irmão do Conde de Luna, a quem sua mão havia sido prometida. Os dois antagonistas se enfrentam sem saber que são na verdade irmãos. Acreditando na morte do seu amado, Leonora decide viver num convento. Manrico surge e leva a jovem ao altar. O casamento, porém, é interrompido quando recebem a notícia de que Azucena, a mulher a quem Manrico considera sua mãe, está sendo levada à fogueira. Manrico é capturado e morto por Luna. Leonora se envenena e Azucena revela, afinal, que Luna matou o próprio irmão.
19/10
RIGOLETTO, de Giuseppe Verdi

Festival de Bregenz
Maestro: Enrique Mazzola
Direção: Philipp Stölzl
Figurino: Kathi Maurer
Orquestra: Wiener Symphoniker
Coros: Festival de Bregenz e Filarmônico de Praga
Ópera em três atos.
Libreto de Francesco Maria Piave, baseado na peça Le Roi s´amuse, de Victor Hugo.
Cantado em italiano, com legendas em português
Encenado pela primeira vez em 1851 no Teatro La Fenice, Venezia.
Duração: 2h10
Elenco: Vladimir Stoyanov (Rigoletto), Mélissa Petit (Gilda), Stephen Costello (Duca) e Miklos Sebestyen (Sparafuccile)
Sinopse: O Bobo da corte do Duque de Mántoua, Rigoletto, é odiado por todos, especialmente pelo Conde Ceprano, cuja esposa o Duque deseja. Amaldiçoado pelo Conde Monterone, tem sua filha Gilda raptada e cortejada pelo Duque disfarçado. Em uma armadilha, Rigoletto contrata o assassinato da própria filha, pensando ser para o Duque, e cai em desespero.
20/10
LOHENGRIN, de Richard Wagner

Festival de Bayreuth
Maestro: Christian Thielemann
Direção: Yuval Sharon
Cenário e figurinos: Neo Rauch e Rosa Loy
Iluminação: Reinhard Traub
Orquestra e Coro do Festival de Bayreuth
Ópera em 3 atos
Libreto de Richard Wagner
Cantada em alemão
Encenada pela primeira vez em 1850, em Weimar
Duração: 3h40
Elenco: Georg Zeppenfeld (Rei Henrique), Piotr Beczala (Lohengrin), Anja Harteros (Elsa de Brabante), Tomasz Konieczny (Frederico de Telramund), Waltraud Meier (Ortrud) e Egils Silins (O Arauto do Rei)
Sinopse: Elsa, uma jovem princesa, é acusada de ter assassinado o irmão. Em sua defesa ela invoca um sonho no qual um nobre cavaleiro surge para inocentá-la da acusação infame. Nesse exato momento um misterioso cavaleiro surge num pequeno bote puxado por um cisne! Ele se oferece para submeter a questão ao julgamento de Deus, travando um duelo pela honra da princesa e se casando com ela em seguida. Impõe uma única condição: que ela não tente descobrir de onde ele vem, nem quem é. O cavaleiro derrota com facilidade o autor da acusação, Telramund; poupa a vida dele e depois se casa com Elsa. Porém Telramund, humilhado, planeja sua vingança com a esposa, Ortrud.
21/10
FALSTAFF, de Giuseppe Verdi

Opera do Estado de Berlim
Maestro: Daniel Barenboim
Direção: Mario Martone
Cenografia: Margherita Palli
Figurinos: Ursula Patzak
Coreografia: Massimo Giordano
Comédia lírica em três atos.
Libreto de Arrigo Boito baseado em As alegres comadres de Windsor e trechos de Henrique IV, de William Shakespeare.
Cantado em italiano, com legendas em português.
Encenada pela primeira vez em 1893 no Teatro alla Scala de Milão.
Duração: 2h10
Elenco: Lucio Gallo (Sir John Falstaff), Alfredo Daza (Ford), Francesco Demuro (Fenton), Jürgen Sacher (Dr. Caius), Stephan Rügamer (Bardolfo), Jan Martiník (Pistola), Barbara Frittoli (Mrs. Alice Ford), Nadine Sierra (Nanneta), Daniela Barcellona (Mrs. Quickly) e Katharina Kammerloher (Mrs. Meg Page)
Sinopse: Falstaff é um homem sem escrúpulos, que recorre à mentira para zombar e se aproveitar de todos ao seu redor. Depois de tentar conquistar mulheres casadas, invadir e roubar a casa de um homem e demitir injustamente seus criados, ele está na mira de todos aqueles a quem prejudicou. Essa produção do Stattsoper de Berlim transpõe Falstaff na época atual, revelando assim como essa história é atemporal e sempre muito divertida.
22/10
A VIÚVA ALEGRE, de Franz Lehár

Teatro da Ópera de Roma
Maestro: Constantin Trinks
Direção: Damiano Michieletto
Maestro de Coro: Roberto Gabbiani
Figurinos: Carla Teti
Coreografia: Chiara Vecchi
Orquestra e coro da Ópera de Roma
Opereta em três atos
Libreto de Victor Léon e Leo Stein, baseado na comédia de Henri Meilhac L’Attaché d’Ambassade (1861)
Baseada na comédia de Henri Meilhac L´attaché d´Ambassade (1861)
Cantada em alemão
Encenada pela primeira vez em 1905, em Viena
Duração: 2h35
Elenco: Anthony Michaels-Moore (Baron Mirko Zeta), Adriana Ferfecka (Valencienne) Nadja Mchantaf (Hanna Glawari) e Paulo Szot (Conde Danilo Danilovitsh)
Sinopse: Hanna Glawari acaba de se tornar viúva e ameaça retirar sua fortuna do banco Pontevedro, a instituição financeira que pertencia ao seu marido. Para evitar que isso aconteça, é preciso a todo custo encontrar um novo esposo que a convença a deixar o dinheiro ali. Contudo, o candidato mais provável, Danilo, é um funcionário dado a bebedeiras e com uma queda pela vida de boemia.
23/10
MANON LESCAUT, de Giacomo Puccini

Teatro alla Scala de Milão
Maestro: Riccardo Chailly
Direção: David Pountney
Conjuntos: Leslie Travers
Figurino: Marie-Jeanne Lecca
Orquestra e coro do Teatro Alla Scala
Drama em 4 atos
Bibliografia: G. Giacosa, L. Illica, D. Oliva, M. Praga, baseada em uma novela do Abbé Prévost
Cantada em italiano
Encenada pela primeira vez em 1893 no Teatro Regio de Torino
Duração: 2h10
Elenco:
Maria Jose Siri (Manon), Roberto Aronica (Chevalier Des Grieux) e Massimo Cavaletti (Lescaut)
Sinopse: Um estilo de vida sóbrio não é adequado para Manon, que escolhe ser cuidado por um velho rico. Sua propensão ao luxo a leva à prisão, e ela é deportada para Nova Orleans, onde sua vida inquieta tem um fim trágico. Nesta aventura infernal, Des Grieux, movido por seu amor cego por Manon, não deixará de segui-la.
24/10
ORFEU E EURÍDICE, de Christoph Willibald Gluck

Teatro alla Scala de Milão
Maestro: Michele Mariott
Direção: Hofesh Shechter e John Fulljames
Coreografia: Hofesh Shechter/Hofesh Shechter Company
Coro e orquestra do Teatro alla Scala
Cenografia e figurinos: Conor Murphy
Produção da Royal Opera House, Covent Garden, Londres.
Drama em três atos
Libreto de Pierre Louis Moline, no libreto original de Ranieri de Calzabigi.
Cantado em francês, com legendas em português.
Duração: 1h45
Encenado pela primeira vez em 1762 no BurgTheater de Viena.
Encenado pela primeira vez na versão francesa no Teatro alla Scala.
Elenco: Juan Diego Flórez (Orfeu), Christiane Karg (Eurídice) e Fatma Said (Amor)
Sinopse : Orfeu chora a morte de sua esposa, Eurídice, e decide pôr fim à vida ao ficar sabendo, por Amor, que Júpiter, comovido pela sua dor, permite que ele vá buscar Eurídice no Inferno, impondo como única condição a promessa de não se virar para trás e olhar sua mulher enquanto faz o caminho de volta.
25/10
DON GIOVANNI, de Wolfgang Amadeus Mozart

Ópera Nacional de Paris
Maestro: Philippe Jordan
Direção: Ivo van Hove
Figurinos: An D’Huys
Maestro de coro: Alessandro Di Stefano
Orquestra e Coro da Ópera de Paris
Coprodução com o Metropolitan Opera de Nova York
Drama giocoso em 2 atos
Libreto de Lorenzo da Ponte
Cantada em italiano, com legendas em português
Duração: 3h10 com intervalo
Apresentada pela primeira vez em 1787, no Teatro dos Estados de Praga.
Elenco : Étienne Dupuis (Don Giovanni), Ain Anger (Il Commendatore), Jacquelyn Wagner (Donna Anna), Stanislas de Barbeyrac (Don Ottavio), Nicole Car (Donna Elvira), Philippe Sly (Leporello), Mikhail Timoshenko (Masetto) e Elsa Dreisig (Zerlina)
Sinopse: Don Giovanni, supostamente um sedutor de milhares de mulheres, falha em suas várias tentativas contra Donna Anna, Zerlina e Elvira. Ele é apresentado aqui como um mitômano que usa poder, intimidação e força muito mais do que sedução. Don Giovanni foi tanto caracterizado como viciado em sexo, campeão da liberdade ou “grande senhor homem mau”.
26/10
LA TRAVIATA, de Giuseppe Verdi

Ópera Nacional de Paris
Maestro: Michele Mariotti
Direção: Simon Stone
Cenário: Bob Cousins
Figurino: Alice Babidge
Maestro de coro:José Luis Basso
Orquestra e Coro da Ópera Nacional de Paris
Ópera em três atos
Libreto de Francesco Maria Piave
Baseado na peça de Alexandre Dumas, La Dame aux Camélias
Encenada pela primeira vez em 1853 no Teatro La Fenice (Venezia)
Cantado em italiano, com legendas em português
Duração: 3h00
Elenco: Pretty Yende (Violetta Valéry), Benjamin Bernheim (Alfredo Germont), Catherine Trottmann (Flora Bervoix), Christian Helmer (Baron Douphol), Marion Lebègue (Annina) e Jean-François Lapointe (Giorgio Germont)
Sinopse: Violetta é a mais famosa e sofisticada cortesã de Paris e apaixona-se por Alfredo, que já a amava. Temendo a reação do pai do rapaz e da sociedade parisiense, mudam-se para o campo. Procurada por Giorgio Germont, pai de Alfredo, ela se afasta de seu amado e parte. Alfredo se sente traído e tem raiva. O pai, arrependido, revela a verdade, mas quando Alfredo retorna Violetta está gravemente doente e morre em seus braços.
27/10
A COROAÇÃO DE POPEIA, de Claudio Monteverdi

Festival de Salzburgo
Maestro: William Christie
Direção: Jan Lauwers
Dramaturgia: Elke Janssens
Figurino: Lemm&Barkey
Coreografia: Academia Experimental de Dança de Salzburgo e Bodhi Project
Orquestra: Les Arts Florissants
Ópera em um prólogo e três atos
Libreto de Giovanni Francesco Busenello
Cantada em italiano
Encenada pela primeira vez em 1642, em Veneza.
Duração: 3h15
Elenco: Sonya Yoncheva (Popeia), Kate Lindsey (Nero), Stéphanie d’Oustrac (Otávia), Carlo Vistoli (Oto), Renato Dolcini (Sêneca), Ana Quintans (Virtude/Drusila), Marcel Beekman (A ama da imperatriz) e Dominique Visse (Arnalta)
Sinopse: O imperador Nero mantém um relacionamento apaixonado com Popeia, esposa de seu amigo Oto. Para se casar com a amante, Nero planeja se desvencilhar da imperatriz, Otávia. Esta, por sua vez, manipula Oto de modo que ele, com a ajuda de sua antiga amante, Drusila, venha a matar sua esposa infiel. O complô, contudo, acaba sendo revelado.
Serviço:
Festival ÓPERA NA TELA em São Paulo

Ingressos: https://site.bileto.sympla.com.br/operanatelasp/
Durante o evento também haverá bilheteria nos espaços
Data: entre os dias 18 e 27 de outubro
Horário: Sábado, 19/10 às 18h, Segunda a Sábado às 19h e Domingos às 18h.
Local: Museu da Casa Brasileira – Avenida Brigadeiro Faria Lima, 2705 – Itaim Bibi
Ingressos: R$30 (inteira) e R$15 (meia)
Capacidade: 500 lugares
Classificação indicativa: Livre ou 14 anos, dependendo da obra
Outras informações: meia entrada conforme legislação e para classe artística mediante comprovação
Sobre Festival Ópera na Tela
Em sua quinta edição, o Festival Ópera na Tela exibe até 12 óperas inéditas e recentes em um cinema, com telão, espreguiçadeiras e som de última geração, montado ao ar livre no Parque Lage especialmente para o evento. Em São Paulo, pela primeira vez, a tela gigante será montada no Museu da Casa Brasileira. Em seguida, a seleção de peças líricas entra em diversas cidades brasileiras. A programação completa está no site www.operanatela.com.br

 

Nos 149 anos do Mackenzie, Dourados é agraciada com polo de EaD com cursos de graduação e pós-graduação

A prefeita Délia Razuk foi convidada oficialmente, nesta terça-feira (15), para participar das comemorações dos 149 anos do Instituto Presbiteriano Mackenzie no Brasil.

A instituição atua em Dourados na administração do Hospital Evangélico e Escola de Enfermagem Vital Brasil e, na Escola Presbiteriana Erasmo Braga, atua com seu Sistema de Ensino.

O próximo passo será a implantação de um polo de Educação a Distância (EaD) da Universidade Presbiteriana Mackenzie com cursos de graduação e pós-graduação em Dourados.

O convite para o culto de Ação de Graças, que será na próxima sexta-feira, às 10h, na Igreja Presbiteriana de Dourados, conhecida como Igreja do Relógio, foi entregue pelo superintendente do Hospital Evangélico, Wesley Macedo Ferreira, que estava acompanhado pelo diretor administrativo e financeiro Filipe Cunha. O culto será celebrado pelo reverendo Adonias Márcio Feitosa.

Délia confirmou a presença no culto e destacou a importância do Mackenzie para a população douradense. “O Hospital Evangélico é uma referência da saúde e um patrimônio da nossa cidade”, disse a prefeita, que ouviu do superintendente do Hospital sobre os investimentos que a instituição pretende fazer em Dourados.

Wesley Macedo disse à prefeita que nestes seis meses em que ele está em Dourados, o Hospital Evangélico está passando por uma fase de reestruturação. “Vamos garantir uma sede própria para a Escola Vital Brasil para continuar formando técnicos em Enfermagem e em Radiologia”, explicou o superintendente.

O Mackenzie, segundo Wesley, está desenvolvendo o Planejamento Estratégico em Saúde para os próximos dez anos. À prefeita, o superintendente disse que a instituição, que tem atuação espalhada em vários cantos do País, vê Dourados com muito carinho.

O polo de educação à distância da Universidade Mackenzie, que funcionará nas instalações da Escola Erasmo Braga, oferecerá cursos de graduação e pós-graduação. Este é o primeiro polo a ser instalado em Mato Grosso do Sul, sendo que atualmente a Universidade atua com EaD em 13 estados brasileiros.

Na sexta-feira, além do culto em Dourados, o Mackenzie realizará atividades em comemoração aos 149 anos da entidade em todas as cidades onde atua.

A secretária municipal de Saúde, Berenice de Oliveira Machado Souza, também participou da recepção aos representantes do Mackenzie, no Gabinete da prefeita.

A prefeita Délia Razuk recebe convite para as comemorações dos 149 do Mackenzie das mãos do superintendente do Hospital Evangélico, Wesley Macedo Ferreira e do diretor administrativo e financeiro Filipe Cunha – A.Frota/Assecom

Dourados recebe dia 9 o show do “Picanha de Chernobill”

Pela primeira vez em Mato Grosso do Sul, a banda que nasceu em Porto Alegre (RS), “Picanha de Chernobill” estará em Dourados no dia 9 de novembro (sábado) com um show mais que especial. A abertura será feira pelas douradenses Fractais e Dagata & Os Aluízios a partir das 21 horas no Posto São Judas Tadeu. Os ingressos já estão a venda, onde os 100 primeiros estão custando apenas R$ 15,00 e após R$ 20,00. A promoção do evento musical é do Céu do Mato – Eco Hostel.

A Picanha de Chernobill é uma banda de rock brasileiro que introduz o blues norte-americano, a viola brasileira do sertanejo de raiz, o baião nordestino, o bandolim e o riff de guitarra. Ela é formada por Matheus Mendes (vocal); Gordo Schmitt (baixo); Chico Rigo – (guitarra) e Diego “Baballo” Berquó (bateria). Dos seus álbuns são eles: “Picanha de Chernobill” (2009) (repercutido com a gravação da música “Vá” pela dupla sertaneja Chrystian e Ralf que está no álbum “Para Sempre Irmãos”), e “O Velho e o Bar” (2011), o qual foi gravado com o prêmio do show no festival “A Melhor Banda é Daqui” da cerveja Polar (ganho com mais de 28 mil votos, competindo com mais de 200 bandas).

A Airon Fidler Films, produtora áudio visual, foi criada para apresentar não só o trabalho do grupo, como também o de outros artistas que com os quais a banda divide ou dividiu palco. Isso tudo é registrado em clipes oficiais – como “Velhos Sonhos” e “Airon Fidler”-, teasers, ‘vídeo arts’ e documentários – que como exemplo, cita-se “Procuro Sonhos no Varal” (2012), que documenta a rotina de shows e viagens da turnê feita pela Picanha de Chernobill e Os Vespas, ambas bandas independentes, pelo interior e capital de São Paulo. Foram 12 shows em três semanas, que aconteceram em casas noturnas, faculdades, praças públicas e rádios.

do: https://www.blogdoalexfraga.com.br/post/show-picanha-de-chernobill-dia-9-em-dourados
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Coamo é destaque em  “Empresas Mais” do Estadão

Maior e mais completo ranking econômico do Brasil. Este é o perfil da premiação Empresas Mais promovida pelo Estadão, entregue na manhã desta terça-feira em São Paulo, para as empresas melhores colocadas em 24 setores da economia nacional.
A Coamo Agroindustrial Cooperativa foi premiada com o segundo lugar  na categoria Atacado, atrás da Raízen Combustíveis e a frente da empresa Ipiranga. A cooperativa foi destaque também com o troféu Governança Corporativa.
O ranking do Estadão destaca as 1.500 maiores empresas do país, em uma lista elaborada apresentando um raio-x de 24  setores da economia.
Além dos critérios econômicos, o Empresas Mais também avalia atuação de cada empresa na área de Governança Corporativa e Inovação, avaliando as empresas com melhor gestão e geração de resultados.
O presidente da Coamo, engenheiro agrônomo José Aroldo Gallassini comemora a conquista e partilha a premiação com a família Coamo. “Recebemos o troféu destaque em governança corporativa e entre as melhores empresas no setor Atacado e Distribuição. São premiações que consolidam o trabalho que realizamos com transparência, ética e profissionalismo, aliado a uma gestão administrativa, reconhecida pelos associados”, explica Gallassini.

Ministra da Agricultura e governador do MS confirmam presenças na inauguração das indústrias da Coamo em Dourados

A ministra da Agricultura Tereza Cristina Correa da costa e o governador de Mato Grosso do Sul Reinaldo Azambuja, confirmaram presenças na inauguração das indústrias de óleo e refinaria de óleo de soja construídas da Coamo em Dourados.

Considerada a maior cooperativa da América Latina a Coamo investiu R$ 750 milhões em sua planta industrial em Dourados e vai gerar trezentos empregos diretos.

A inauguração deverá acontecer entre os dias 21 e 27 de novembro e a confirmação da data depende apenas do presidente da República Jair Bolsonaro, convidado para o ato.

O presidente da Coamo, José Aroldo Gallassini que fez o anúncio da data da inauguração oficial das indústrias de óleo e refinaria de óleo de soja construídas na margem direita da BR 163 entre Dourados e Caarapó, durante visita a prefeita de Dourados na semana passada.

 

Audiência Pública na Assembleia Legislativa debate a criação de novos municípios em Mato Grosso

Resultado de levantamento e protocolos realizados pelo grupo de trabalho proposto pelo deputado estadual Valdir Barranco (PT) em conjunto com a deputada federal Rosa Neide (PT), estado pode ganhar mais 23 novos municípios

Edy Salis Leite, correspondente no Estado de Mato Grosso

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Na manhã desta segunda-feira (07) na Assembleia Legislativa, auditório Milton Figueiredo, aconteceu uma audiência pública, intermediada pelo deputado Valdir Barranco (PT), e deputada federal Rosa Neide, para discutir o Projeto de Lei Complementar nº 137/2015, que define novas regras para a criação de novos municípios no país. O relator, deputado federal Carlos Henrique Gaguim (DEM-TO) já emitiu parecer favorável na Comissão Especial criada para discutir o tema.

Fizeram parte das discussões, os deputados estaduais Valdir Barranco (PT), Dilmar Dal Bosco (DEM), Wilson Santos (PSDB), a deputada federal Rosa Neide (PT), o presidente da AMM (Associação Mato-Grossense de Municípios), Neurilan Fraga (PSD), o presidente da UCMMAT (União das Câmaras Municipais de Mato Grosso) Edclay Lopes Coelho, a chefe da Unidade de Pesquisa do IBGE Mato Grosso, Millane Chaves, além de vereadores e prefeitos dos distritos e municípios interessados em se emanciparem.

De acordo com levantamento do grupo de trabalho do deputado Barranco, em conjunto com a deputada federal, professora Rosa Neide (PT), há ao menos 23 distritos aptos (ou a se qualificarem) para emancipação.

Barranco abriu a audiência pública explanando sobre o tema criação de cidades, onde apresentou um histórico sobre a fundação de cidades, desde Salvador, em 1549, até a atual configuração territorial do país, que possui 5570 municípios. Explicou que a PLP137/2015 estabelece um mínimo de seis mil habitantes para a criação do município, além de outros procedimentos para a criação, a incorporação, a fusão e o desmembramento de municípios.

Na opinião do deputado, observados os critérios estabelecidos na PLP, “todos os distritos que relatarem o que define a legislação não terão dificuldade de avançar e se tornar municípios. O Brasil se formou dessa forma e, na década de 1950, já tinha mais de mil municípios. Por isso, acredito que a proposta vai passar”.

A deputada federal Rosa Neide (PT) explanou sobre os marcos legais para a criação de novos municípios. Em seu entendimento a proposta está pronta para ir ao Plenário da Câmara Federal, mas a votação acontecerá somente em 2021, em razão das eleições municipais em 2020, e a Lei Eleitoral proíbe a criação de novos municípios em ano de eleições.

Para Rosa Neide, “Agora é hora dos distritos e os municípios se organizem para atender os critérios técnicos definidos em lei. Para que os distritos sejam emancipados, é preciso que haja organização da comunidade local que busca a emancipação do município-mãe”. Acrescentou que é contra a criação de municípios que não atendam aos critérios técnicos e que não tenham condições de se manterem economicamente.

O deputado Dilmar Dal Bosco, defende a criação de novos municípios, mas, que sejam viáveis economicamente. O deputado destacou a Lei estadual que cria o município de Boa Esperança do Norte, mas, que ainda não foi julgada o mérito, e que ainda não tem resultado. Outro exemplo citado pelo deputado é União do Norte, que teve o plebiscito autorizado, mas foi barrado pelo PEC1596.

Dilmar ainda destacou que “esse debate deve voltar, e Mato Grosso tem distritos que possuem densidade territorial e condições de serem emancipados. Os critérios passam a ser definidos pelo estado. Às vezes, a distância da sede até o distrito é muito grande. É um debate que precisa ser feito com todos os prefeitos, saber as condições de cada município, saber qual o custo financeiro do governo federal e dos governos estaduais”.

Já a chefe de pesquisa do IBGE, Millane Chaves, apresentou um panorama técnico das normas utilizadas para a criação de novos municípios, destacando a realização do Censo 2020, quando se terá uma visão mais apurada das condições de cada localidade. Isso, segundo Millane, pode ajudar os distritos a definirem estratégias para o seu processo emancipatório.

Para o ex-prefeito de Nortelândia, Neurilan Fraga, que preside pela terceira vez a AMM, (a entidade tem 132 municípios associados de um total de 141) é hora da união de todos os interessados, e a AMM e a UCMMAT devem fazer parte dos debates e discussões sobre o tema, uma vez que é tema de interesse público.

“Devemos formar um grupo de trabalho, ágil, envolvendo a UCMMAT, a AMM, além de equipe técnica do governo do estado e da Assembleia (ALMT- Assembleia Legislativa de Mato Grosso), no sentido de preparar algumas informações para que o IBGE, no censo de 2020, possa fazer um trabalho mais voltado para a criação de novos municípios. Com isso, teremos uma ideia da base territorial do município novo, com população, economia e todos os pontos relevantes para esse processo”.

Neurilan destaca ainda que devam ser observados cuidadosamente todos os pontos positivos e negativos, tanto para o novo município, quanto para a sede que perderá parte de sua base territorial, habitantes e eleitores, para que os dois entes possam se desenvolver sem prejuízos para a população que ali reside: “Não podemos cometer os mesmos erros do passado. A maioria dos municípios brasileiros foram criados baseados em questões políticas e eleitorais. Nesta nova fase, precisamos estabelecer parâmetros técnicos com dados fundamentados na economia, número de habitantes e base territorial onde estarão os novos municípios novos para evitarmos injustiças”.

O deputado estadual Wilson Santos fez um discurso favorável à criação de novos municípios, citando a política do governo, que as vezes utiliza critérios políticos, estratégicos, como foi o caso de Vila Bela da Santíssima Trindade, no século XVIII, erigida como capital da província de Mato Grosso, como defesa do território, para garantir a posse da terra.

“Há comunidades que precisam ser emancipadas por conta de sua localização. Há distritos com mais de sete mil habitantes, como é o caso de Araguainha (956 habitantes)”. De acordo com o deputado, em conversa com Valdir Barranco, “as Assembleias Legislativas dos outros estados que também já discutiram o tema, devem formar uma Comissão Especial de Deputados para pedir uma grande reunião com o presidente Jair Bolsonaro, para definir o tema na reivindicação para que o Congresso devolva às Assembleias Estaduais, que conhecem a realidade local, o papel de criação de municipios”.

O vereador Edclay Lopes Coelho, presidente da UCMMAT, (a entidade tem 112 Câmaras de Vereadores associadas de um total de 141), disse que “a audiência pública é muito importante, e que o Brasil precisa ser de todos, em todas as regiões, e Mato Grosso tem espaço, tem economia, estrutura e condições de criar novos municípios de forma clara, responsável e técnica. Precisamos trazer o desenvolvimento para Mato Grosso, que contribui muito na economia, mas, tem pouco retorno. A UCMMAT comunga com todos os deputados e com a AMM nesse propósito”.

COMITIVA DO DISTRITO DE SANTA CLARA

Representando o município de Vila Bela da Santíssima Trindade e o distrito De Santa Clara do Monte Cristo, os vereadores Edclay Lopes Coelho (PSD), Elias da Conceição Silva (PP), Dalton Frazão de Almeida (PV), Carlos Alberto de Oliveira – Arueira (PV), Moacir Rodrigues Parabá (PSDB), o suplente Josimar Aguilera da Silva (PP), os empresários Devair Soares de Souza, Carlos Wesley Ferreira de Abreu, Pedro Lacerda, Terezinha Staut (Teka) além dos moradores, Felix Rodrigues e Fabiana Rodrigues

Carlos Alberto de Oliveira, destacou a distância da sede do distrito até a sede do município, de mais de 240km, as dificuldades de funcionários e aposentados no recebimento do salário, pois o distrito não conta com policiamento, para garantir a instalação de um banco.

“Somente com a criação de um município, teremos condições de instalar um posto policial, de um banco, mais recursos para todos. É inadmissível que um aposentado tenha que andar cinco, seis horas num ônibus para receber seu salário em outro município. Precisamos nos unir para que possamos dar melhores condições de vida para todos”>

Para o vereador Moacir Rodrigues Parabá, o distrito terá muito a ganhar, nessa luta pelo renascimento do sonho de emancipação. O vereador destacou que “de acordo com os parâmetros, estatísticas e dados técnicos, fornecidos pelo IBGE, teremos êxito, porque apesar das dificuldades, poderemos trazer a dignidade aos munícipes, a partir da autonomia financeira com a criação dos novos municípios, teremos atendimento de qualidade. Esse é o nosso sonho, essa é a nossa luta”.

CRIAÇÃO DO DISTRITO

Criado em 03 de junho de 2011 através da Lei nº946/2011 de autoria do vereador Toninho Forte, o distrito de Santa Clara do Monte Cristo ocupa aproximadamente 30% do território municipal (4100km²), possui 28% da população (4400 habitantes), contribui com cerca de 18% da economia, 20% do eleitorado (1500 eleitores) e tem fronteira limítrofe com os municípios de Pontes e Lacerda e Porto Esperidião, e com San Vicente de La Frontera, na Bolívia.

Uma das características sociais relevantes do distrito é a formação de núcleos comunitários familiares e agregados, conhecidos como comunidades. O distrito é formado por várias comunidades, a maioria em homenagem a santos católicos em sua denominação: Santa Clara, Santa Luzia, Santa Lúcia, Santa Mônica, Nossa Senhora Aparecida, São Miguel, São Lucas, São Paulo, São Marcos, As Cruzes (Santa Cruz), Morrinhos (Nossa Senhora de Fátima) e Ponto Chique.

Politicamente o distrito tem importância municipal, pois conta com dois representantes na Câmara Municipal de Vereadores eleitos em 2016: Carlos Alberto de Oliveira – Arueira (PV) e Moacir Rodrigues Parabá (PSDB). Em legislaturas anteriores, o distrito teve outros três vereadores.

É de autoria dos vereadores Arueira e Edclay Lopes Coelho, a Lei nº1042/2013 que transfere a sede do governo municipal no dia 11 de agosto de cada ano para o distrito, e do ex-vereador Clézio Aparecido Freire, o Decreto Legislativo nº 010/2010, que torna obrigatória a realização de ao menos três sessões ordinárias (itinerantes) anuais no distrito.

 

OUTROS CANDIDATOS À EMANCIPAÇÃO

A lista dos distritos candidatos à emancipação deve ser atualizada nos próximos meses, com o protocolo de novas áreas interessadas. No momento, pleiteiam os seguintes distritos e localidades:

NOME DO MUNICÍPIO A SER CRIADO MUNICÍPIO DE ORIGEM
1 Salto da Alegria Paranatinga
2 Capão verde Alto Paraguai
3 Nova fronteira Tabaporã
4 Guariba Colniza
5 Nova união Cotriguaçu
6 Santa Clara do Monte Cristo Vila Bela da Santíssima Trindade
7 Rio Xingu Querência
8 União do Norte Peixoto de Azevedo
9 Espigão do Leste São Félix do Araguaia
10 Novo paraíso Ribeirão Cascalheira
11 Paranorte Juara
12 Boa Esperança do Norte Nova Ubitarã e Sorriso
13 Cardoso do Oeste Porto Esperidião
14 Santo Antônio da Fontoura São José do Xingu
15 Ouro Branco do Sul Itiquira
16 Conselvan Aripuanã
17 Japuranã Nova Bandeirantes
18 Veranópolis do Araguaia Confresa
19 Brianorte Nova Maringá
20 Rondon do Parecis Campo Novo do Parecis
21 Entre Rios Nova Ubiratã
22 Santiago do Norte Paranatinga
23 São José do Rio Couto Campinápolis

 

Também o distrito de Coqueiral, do município de Nobres já protocolou documentação junto à Assembleia Legislativa de Mato Grosso e deve constar na próxima atualização das localidades.

Para Oldair Dallazen, presidente da Comissão Pró-Emancipação do Distrito de União do Norte, que possui cerca de 14 mil habitantes e está distante 70 km da sede, no município de Peixoto de Azevedo, “a emancipação da sede-mãe garantirá mais proximidade entre o poder público e a população”. O distrito é um dos mais esperançosos na aprovação da PLP137/2015, e a comissão já possui documentação bem adiantada e faz campanha pela emancipação.

Dallazen afirma que a distância entre o distrito e a sede “dificulta o atendimento às comunidades pertencentes à União do Norte. Se e o distrito for emancipado, os poderes municipais (Legislativo e Executivo) estarão mais próximos das pessoas. Quando há esse distanciamento, o atendimento fica prejudicado, porque pouco benefícios chegam”.

HISTÓRICO DA CRIAÇÃO DE NOVOS MUNICÍPIOS

O primeiro foi o PLP 416/08, aprovado pela Câmara em junho de 2013 e vetado em novembro de 2013. O segundo foi o PLP 397/14, aprovado pela Câmara em junho de 2014 e vetado em agosto do mesmo ano. A proposta inicial teve origem no Senado Federal e foi apresentada pelo senador Flexa Ribeiro (PSDB-PA). Na Câmara, a proposta recebeu o nº 137/2015 e está sob a relatoria, na Comissão Especial, do deputado federal Carlos Henrique Gaguim (DEM-TO). A proposta tem parecer favorável e está apta para ser votada em Plenário.

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